Atlas crítico das plantas & moléculas
da consciência
Este livro não é nem um manual de consumo, nem uma apologia. É um atlas — no sentido cartográfico do termo — de um território onde a botânica, a farmacologia, a antropologia, a medicina e o direito raramente se sobrepõem com o rigor que cada uma dessas matérias exige separadamente. Entre a demonização herdada da guerra contra as drogas e a mistificação New Age, dezenas de milhões de pessoas usam hoje essas substâncias — em contexto ritual, clínico, terapêutico ou exploratório — sem nenhum quadro de referência sério e acessível.
A ambição é dupla: documentar o que as ciências descrevem — farmacologia, neurociências, ensaios clínicos, interações, perfis de risco — e o que as tradições transmitem — história, cosmovisões, estruturas rituais, linhagens de uso. Vinte e seis monografias sob uma estrutura uniforme, uma parte preliminar que assenta a base, e um anexo “Legalidade — em 2026” que faz um balanço, país por país.
Comprar na AmazonAtlas etnobotânico e farmacológico organizado por famílias farmacológicas e culturais — história, farmacologia, cosmovisão, direito.
“A planta não nos dá uma experiência. Ela nos restitui àquilo que havíamos esquecido que sabíamos.”
Nota do autor
“As substâncias são uma alavanca, não uma porta de entrada.”
Parte preliminar
“Nas tradições que portam essas plantas, não se as “toma”: trabalha-se com elas — e diz-se também que elas nos trabalham.”
Epílogo — O limiar do trabalho
“A ignorância — seja ela proibicionista ou entusiasta — produz mais danos do que o conhecimento compartilhado.”
Prefácio — Por que este livro
Quatro módulos interativos de acesso livre, extensões do atlas.
Jess divide sua vida entre a família, as viagens, sua profissão na segurança da informação e sua prática de terapeuta. Habita entre a Bélgica e a França, viaja regularmente em busca de encontros com as medicinas e reúne-se com frequência aos amigos no cerrado brasileiro.
Tudo começou em 2011: desde então, consagra parte de seu tempo à descoberta e ao estudo das medicinas sagradas, tanto em seus contextos tradicionais quanto contemporâneos, com atenção particular às práticas brasileiras, à jurema e às medicinas amazônicas encontradas ao longo dos caminhos. A porta permanece aberta às outras medicinas iniciáticas e terapêuticas.
Do lado do acompanhamento, é certificado por várias escolas de hipnose — entre elas a American Hypnosis Association (AHA), nos Estados Unidos — e pratica o EMDR, bem como o acompanhamento de pacientes.
Sua dupla postura — exigência documental e ancoragem na prática — refina e afirma a escrita como um método de compartilhamento do conhecimento. Formado em permacultura e agrofloresta desde 2005, ele aborda as plantas sagradas como seres vivos, mais do que como moléculas.
Para qualquer questão sobre o livro, um pedido de imprensa, ou um projeto de acompanhamento editorial.
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